Friday, 30 December 2016
Thursday, 29 December 2016
Wednesday, 28 December 2016
Agnóstica (e supersticiosa)
Tuesday, 27 December 2016
o meu avô tinha em casa dele antiga, uns quadros gypsies, umas reproduções fantásticas numa espécie de metal e madeira. Fantásticas. Passava horas a olhar para elas. Cresci com ciganas. Não consigo encontrar a reprodução da mulher lindíssima de cabelos pretos e olhos verdes (apesar de não ter cor o quadro ou estar todo em tons de verde é assim que a "pinto").
Monday, 26 December 2016
Há uma de prince que está no meu top 20 "little red corvette" (wow). Sting foi criticado por mostrar luxo, jamiroquai pelo perigo e incitar às corridas e picardias, prince bom prince eheheh criticas venham elas! Digo eu, estou aqui a regar o milho. Ora carmelita pé descalça das petições e más consciências por ter comida e livros e outros nem 1,50€ para comer tem durante um dia inteiro. Ora também depois de me passar tudo isso a curtir uma de carros luxuosos em alta velocidade a ouvir prince!
Sunday, 25 December 2016
Quando fiz algumas viagens (por tugal continental) com os meu pais, a conduzir, ouvia sempre as mesmas k7's. A primeira rodava e lembro-me como se fosse hoje.
O meu pai disse-me coisas fixes e algumas "xungas". Morreu um dia antes dos meus anos. Pensando bem, a minha mãe sempre me disse que nasci dia 19 mas como foi perto da meia noite, os médicos consideraram dia 20. Vou reconstruindo o passado. Isto para dizer que uns amigos convenceram-me a contar a história de uma paixão que me deixou à porta e entrada do magalhães lemos. Literalmente. Vou contar na primeira pessoa embora diga isto para ser forte mas sem ser obrigada a tal. Note-se foi só um rastilho, mas pegou fogo. Já existia, já tinha essa predisposiçao.
http://stevemccurry.com/
Saturday, 24 December 2016
Friday, 23 December 2016
Thursday, 22 December 2016
há coisas que me incomodam com alguma seriedade e profundidade (em mim)
# o meu ego desestruturante e algum egoísmo latente
## falta de orientação
###medos de animais e alucinar com lobos em trilhos
Coisas que gosto particularmente (eme mim)
# sangue frio nessas mesmas situações e seguir em frente
## socialmente boa conversadora (gostar de boas tainadas)
### gostar genuinamente do ser vivo e não só (hum.)
# o meu ego desestruturante e algum egoísmo latente
## falta de orientação
###medos de animais e alucinar com lobos em trilhos
Coisas que gosto particularmente (eme mim)
# sangue frio nessas mesmas situações e seguir em frente
## socialmente boa conversadora (gostar de boas tainadas)
### gostar genuinamente do ser vivo e não só (hum.)
Monday, 19 December 2016
Um dos meus incómodos anormais de estimação são homens de bicicleta. Gosto claro, adoraria andar também (já andei bastante, e tenho pena que a bicla do meu irmão não seja uma pasteleira). Mas existe uma história por trás do homem de bicla. Foi contada pelo meu instrutor de condução em 1998 ( a minha memória já foi uma esponja | rádio ). Contou que um homem perseguiu-me com a sua bicla ehehe, não assim claro: enquanto fazia o percurso do exame de condução um homem de bicla apareceu em todos os cruzamentos, caminhos, ruas e ruelas. Apareceu-me num stop e engoli em seco numa dúvida existencial (será que o homem de bicicleta tem prioridade? ) e o examinador ( ora bem falta-me o nome para a profissão, basicamente os que ditam quem passa e reprova no exame de condução) intuiu a minha dúvida (talvez pela minha expressão) e perguntou-me: num stop é obrigatório parar a quem? apeteceu-me responder olhe sabe que me surgiu agora esta dúvida coiso e tal contudo respondi a tudo. TUTTI, TUDO. STOP. Animais também. why not? (não disse esta última parte claro). Passou-me (bom mandou-me ler o código de novo porque tinha dúvidas e as dúvidas tiram-se) e lá fui eu feliz e contente. O meu instrutor é que veio o caminho todo a falar no homem de bicla. Abraçou-me no fim e só conseguia imaginar um homem de bicla.
Sunday, 18 December 2016
Coisas:
# não tenho cortado as unhas das mãos e bom...não as pinto, não sei. Algo se passa!
## não consigo instalar o instasize
### não tenho emprego
#### parti a agulha da máquina pela primeira vez que a estou a usar (viva)
##### os animais são mindfulness
###### a ordem dos # não segue prioridade lógica
####### vou dormir
####### vou dormir
Saturday, 17 December 2016
Thursday, 15 December 2016
Quando era miúda, sentia-me um bocado culpada porque tinha mais pena do sofrimento animal que humano. Partia-me o coração ver um "bicho" sofrer. Quando cresci ganhei uma terrível empatia pelo ser humano e decresceu a pena pelo sofrimento animal. Senti-me culpada. Essa nuvem faz-me vomitar constantemente. Aos 16 anos decidi fazer alguma coisa e o que me apareceu foi uma revista que falava de missões. África principalmente. Pensei: é isto! Tenho de fazer isto. Escrevi-me com um padre missionário que me respondeu algo do género (se a memória não me atraiçoa) fico feliz por te preocupares, pode doer mas é importante só que devias te preocupar contigo em primeiro, se estiveres bem e feliz já fizeste o que gostarias de fazer em missão. Depois se vires que tal, que é isso, vem
Na altura delirei. Pensei: estranho! Deviam puxar mais o pessoal para ajudar e tal. São sempre necessárias pessoas. E note-se, sempre fui uma eterna apaixonada pelo mundo (apesar de parecer semi lunática), extremamente mundana e quase boémia. Iria me custar muito. Meses mais tarde, guardei a carta e nunca mais a li. Está na gaveta das cartas que já não leio há mais de vinte anos e como sou uma preguiçosa não me dei ao trabalho de a procurar. Contudo, a sensação de alívio ficou-me. E curti esse padre. Nunca o conheci. Sou agnóstica mas já li coisas em revistas religiosas do camandro. Um homem que chamava nomes (blasfémia para os mais antigos) a deus ou a Deus ou aos deuses e a resposta era positiva, extremamente cómica. E já li de ateus coisas mais papistas, julgamentos e críticas do mais recesso possível. Quase que achava estar a ler algo vindo de uma idade da inquisição. Tanto era o ressabiamento. Por incrível que pareça pareciam acreditar muito mais em Deus que o papa tal era a dor. Tentei compreender e depois vieram as ondas. O Design. A cruz invertida. Algo desenhável. Vi como arte. Não o deixa de ser. Não deixo de ser agnóstica. Vejo a fé como esperança. E sem esperança vem a depressão. Quando a vida não está fácil é brutal a esperança. Mesmo que seja só por minutos. São minutos em que se respira, se é criança, se sonha. E como dizia a música: " o mundo pula e avança".
Na altura delirei. Pensei: estranho! Deviam puxar mais o pessoal para ajudar e tal. São sempre necessárias pessoas. E note-se, sempre fui uma eterna apaixonada pelo mundo (apesar de parecer semi lunática), extremamente mundana e quase boémia. Iria me custar muito. Meses mais tarde, guardei a carta e nunca mais a li. Está na gaveta das cartas que já não leio há mais de vinte anos e como sou uma preguiçosa não me dei ao trabalho de a procurar. Contudo, a sensação de alívio ficou-me. E curti esse padre. Nunca o conheci. Sou agnóstica mas já li coisas em revistas religiosas do camandro. Um homem que chamava nomes (blasfémia para os mais antigos) a deus ou a Deus ou aos deuses e a resposta era positiva, extremamente cómica. E já li de ateus coisas mais papistas, julgamentos e críticas do mais recesso possível. Quase que achava estar a ler algo vindo de uma idade da inquisição. Tanto era o ressabiamento. Por incrível que pareça pareciam acreditar muito mais em Deus que o papa tal era a dor. Tentei compreender e depois vieram as ondas. O Design. A cruz invertida. Algo desenhável. Vi como arte. Não o deixa de ser. Não deixo de ser agnóstica. Vejo a fé como esperança. E sem esperança vem a depressão. Quando a vida não está fácil é brutal a esperança. Mesmo que seja só por minutos. São minutos em que se respira, se é criança, se sonha. E como dizia a música: " o mundo pula e avança".
Wednesday, 14 December 2016
Monday, 12 December 2016
Sunday, 11 December 2016
Metade das fotografias que tirei foram ao som de músicas pop ou lame.
Todas as músicas arty ou cool ora refundidas foram "dadas" por amigos.
Todas as músicas arty ou cool ora refundidas foram "dadas" por amigos.
Nunca as procurei, ou quase. Uma vez disseram-me que a música é algo tipo droga para a nossa mente. Viciante é, sem dúvida. Criadora de sonhas e mundos paralelos. Contudo o que me custa numa rádio por exemplo e que me lixa a harmonia é a contradição de mensagens dadas pelas letras. Uma super alegre, outra tristinha como a noite. Uma apaixonante e a outra um parte corações. Oh naum. Um ser humano fica confuso a criar um "filme" na sua cabeça. Atormenta-se. É por estas e por outras que ouço música pop para me sentir socialmente ativa e música mentalmente estimulante sozinha para não me perder em desvarios. Digo mentalmente estimulante como algo racional, vindo da razão.
Saturday, 10 December 2016
Friday, 9 December 2016
Tuesday, 6 December 2016
Friday, 2 December 2016
Ontem fui ao cabeleireiro. Foi tão estranho.
Uma senhora (que já meu deu injeções de cortisona) entrou e disse: entrei em má hora!
Não liguei.
Depois sentou-se e enquanto a cabeleireira me arrumava o cabelo (ervas daninhas ehehe) virou e disse:
-queria ver!
Ela não vê de um olho ( e do outro muito mal) e teve o mesmo problema que eu (uveítes) só que na altura dela não se descobriu a tempo e cegou. Por questões da vida deu-me a injeção que me salvou a vista.
Uma senhora (que já meu deu injeções de cortisona) entrou e disse: entrei em má hora!
Não liguei.
Depois sentou-se e enquanto a cabeleireira me arrumava o cabelo (ervas daninhas ehehe) virou e disse:
-queria ver!
Ela não vê de um olho ( e do outro muito mal) e teve o mesmo problema que eu (uveítes) só que na altura dela não se descobriu a tempo e cegou. Por questões da vida deu-me a injeção que me salvou a vista.
Thursday, 1 December 2016
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