Wednesday, 29 November 2017

#reli o trópico de capricórnio. 
(ri-me até às lagrimas com a descrição do pai a ressonar :))

Tuesday, 28 November 2017




#tive um fascínio por esta música em tempos idos ( ha n portanto).
Não tem nada de especial mas curtia ver a cena da saca do pão, no vídeo. 
ehpah são cenas. 

Saturday, 25 November 2017

Friday, 24 November 2017

unicef (Bangladesh)


#chamei-lhe de timidez mas esta menina não é tímida, antes nervosa.
##acabei de ler um livro e a personagem principal quando fica nervosa ri-se, mesmo das coisas mais tristes. Aliás, fica nervosa com situações mesmo tristes onde rir seria a última coisa a pensar fazer ou sentir. Mas, como muitas emoções são espontâneas acontece isso. 

Wednesday, 22 November 2017

testes

#das coisas que mais me fazem ficar melancólica são testes, cobaias, laboratórios médicos. Quando se pode evitar é fazé-lo

Monday, 20 November 2017

Sunday, 19 November 2017

# passei sete horas no hospital de braga mas correu tudo bem (pastelaria alívio eheh)


#rotina: acordar às 6 da manhã (desde que mudou a hora ou chegou o outono pronto. É isto)
## tou aqui a ouvir Bjork

Saturday, 18 November 2017

# é estranho, estou aqui a ver o castelo andante e a pensar em animais
vem de infância, acho que muita coisa vem de lá. e fico-me por aí, mas em criança brincava com formigas (criava hospitais etc) e um cão. Gatos também. Sempre tive um fraquinho por gatos, entendia-os melhor ou pelo menos tenho essa antiga percepção. O gato amarelo, a fofinha, o durty...
o gato amarelo foi o primeiro gato que me comoveu. Uma tarde, fixou o olhar e eu permaneci quieta, a fazer umas cenas ( não me lembro quais, sinceramente mas eram cenas felizes ). Em certo momento,  olhei também para ele e permaneceu, quieto a olhar. Fiquei com medo. Fui a correr para a minha avó a gritar "o gato amarelo está a olhar muito". Bom, no dia a seguir foram dar com ele morto, no pátio do vizinho. Sempre vou curtir o gato amarelo e a sua forma de estar.
Bom, a fofinha foi diferente. Tenho remorsos. Foi uma gata-cão. Saía à noite e a minha mãe ia ao postigo chamar por ela. Aparecia em minutos. Às cinco da manhã. Atirava-se do guarda-vestidos para cima da minha barriga, na cama e eu acordava como LOUCA. Fugia com o rabo todo esticado.
Como uma seta. Era uma guerreira na sua forma e feitio. Aliás, é ela a cabeça deste blog (a fotografia no topo). Estava na Noruega quando morreu (tinha dezasseis anos e morreu com uma pneumonia). A minha mãe telefonou a chorar e eu não chorei uma lágrima. Lembro-me de ter pensado, é apenas um animal. Ainda hoje, tenho pena de não ter estado com ela lá para o fim. Mesmo. Tento puxar pela tola por memórias. Mas nenhuma do fim. A minha mãe contou que possivelmente foi o durty que lhe passou a constipação (tinha uns espirros estranhos o durty) e nunca desistiu de andar. Toda torcida mexia-se e ia sempre comer mesmo a tremer por todos os lados. Bom, tornou-se uma imagem na minha cabeça (algo cómica) mais ela e a sua mania de lutar sempre. Morreu assim, penso eu, a tentar chegar à comida. Sempre um lufa.lufa. E quase um esqueleto. É a minha maior imagem de força animalesca. Fofinha power. O durty, bom é o durty. O que dizer? não bate bem. Mas agora tem a bia e o sultão e continua a ser o que a minha mãe não gosta. Diz sempre, é teu não meu. Mas o durty adora-a. True. Gosto muito mais dela do que de mim.
Tudo para chegar a uma cena, o cão com quem partilho o meu espaço vem todos os dias à porta e olha sempre como se fosse a primeira vez. Ao principio não reparei, à segunda não liguei, à terceira achei estranho e agora penso: se calhar sou eu.

# pedro, o detective mais o seu fiel companheiro.  


Thursday, 16 November 2017

#livro muito bonito


#eheh uma música antiga que me lembrei agora 
#confesso: tenho imensa pena de não ser uma pessoa saudável, teria boa ambição e talvez "carreira"
## mas algo nisso, como disse uma vez outra pessoa: trincar uma afta dá-nos uma sensação de dor mas chega-se ao ponto que se aprende a viver com ela e faz parte de nós (?) da nossa identidade?
###cheira um pouco ao cão que lambe as próprias feridas
####


Wednesday, 15 November 2017

Sunday, 12 November 2017

#perdi-me nas horas e cheguei atrasada ao workshop. Colei numa curta que passava no edifício do castelo. Mesmo. Sobre a insanidade virtual (´gora lembrei-me da música de jamiroquai) eheh.
## Na soleira da porta, dormia um sem abrigo... e tudo me parece tão trivial depois. Como se desenhar fosse apenas um sonho, e a realidade é mesmo dormir ali, assim ao relento.



Maguma (workshop)
braga em risco



Wednesday, 8 November 2017



# uma amiga (cujas frases prezo eheh) disse-me q simpatizou comigo à primeira porque tinha cara de enjoada. Não tenho noção da cara que tenho. Isto é verdade. Se tou feliz a ouvir música acho-me lindíssima por dentro, olho-me ao espelho e cai-me tudo :P.  Mas cada vez mais vejo-me com cara de enjoada. Será de desenhar mikises a vomitar? Em pequena tomei um medicamento para os vómitos. Agora estou bastante melhor. Mas há uns anitos bebia uns copos e kaput. Não sei sorrir, sequer. Ou fico tona ou assim tensa como uma condessa. Bom, prefiro a frase de sempre da amiga ("tens cara de enjoada")

Tuesday, 7 November 2017


#continuo sem computador nem msn no telemóvel
# ehehe

#estou de férias
##fiz um donativo à  amnistia [chiça ver certas coisas faz-me alucinar :(]
###estou a ler o fun home da Alison Bechdel
####se não tiver filhos vou doar a minha biblio de bd à biblioteca de Gaia (estive a pensar nisso :| também )