#das melhores coisas do mundo é dormir, e acordo eu as 5 da matina carai podendo dormir até as 10??? vá, não me queixo. Estou agora a ouvir def leopard
Thursday, 30 November 2017
Tuesday, 28 November 2017
Saturday, 25 November 2017
Friday, 24 November 2017
#chamei-lhe de timidez mas esta menina não é tímida, antes nervosa.
##acabei de ler um livro e a personagem principal quando fica nervosa ri-se, mesmo das coisas mais tristes. Aliás, fica nervosa com situações mesmo tristes onde rir seria a última coisa a pensar fazer ou sentir. Mas, como muitas emoções são espontâneas acontece isso.
Thursday, 23 November 2017
Wednesday, 22 November 2017
testes
#das coisas que mais me fazem ficar melancólica são testes, cobaias, laboratórios médicos. Quando se pode evitar é fazé-lo
#das coisas que mais me fazem ficar melancólica são testes, cobaias, laboratórios médicos. Quando se pode evitar é fazé-lo
Tuesday, 21 November 2017
Sunday, 19 November 2017
Saturday, 18 November 2017
# é estranho, estou aqui a ver o castelo andante e a pensar em animais
vem de infância, acho que muita coisa vem de lá. e fico-me por aí, mas em criança brincava com formigas (criava hospitais etc) e um cão. Gatos também. Sempre tive um fraquinho por gatos, entendia-os melhor ou pelo menos tenho essa antiga percepção. O gato amarelo, a fofinha, o durty...
o gato amarelo foi o primeiro gato que me comoveu. Uma tarde, fixou o olhar e eu permaneci quieta, a fazer umas cenas ( não me lembro quais, sinceramente mas eram cenas felizes ). Em certo momento, olhei também para ele e permaneceu, quieto a olhar. Fiquei com medo. Fui a correr para a minha avó a gritar "o gato amarelo está a olhar muito". Bom, no dia a seguir foram dar com ele morto, no pátio do vizinho. Sempre vou curtir o gato amarelo e a sua forma de estar.
Bom, a fofinha foi diferente. Tenho remorsos. Foi uma gata-cão. Saía à noite e a minha mãe ia ao postigo chamar por ela. Aparecia em minutos. Às cinco da manhã. Atirava-se do guarda-vestidos para cima da minha barriga, na cama e eu acordava como LOUCA. Fugia com o rabo todo esticado.
Como uma seta. Era uma guerreira na sua forma e feitio. Aliás, é ela a cabeça deste blog (a fotografia no topo). Estava na Noruega quando morreu (tinha dezasseis anos e morreu com uma pneumonia). A minha mãe telefonou a chorar e eu não chorei uma lágrima. Lembro-me de ter pensado, é apenas um animal. Ainda hoje, tenho pena de não ter estado com ela lá para o fim. Mesmo. Tento puxar pela tola por memórias. Mas nenhuma do fim. A minha mãe contou que possivelmente foi o durty que lhe passou a constipação (tinha uns espirros estranhos o durty) e nunca desistiu de andar. Toda torcida mexia-se e ia sempre comer mesmo a tremer por todos os lados. Bom, tornou-se uma imagem na minha cabeça (algo cómica) mais ela e a sua mania de lutar sempre. Morreu assim, penso eu, a tentar chegar à comida. Sempre um lufa.lufa. E quase um esqueleto. É a minha maior imagem de força animalesca. Fofinha power. O durty, bom é o durty. O que dizer? não bate bem. Mas agora tem a bia e o sultão e continua a ser o que a minha mãe não gosta. Diz sempre, é teu não meu. Mas o durty adora-a. True. Gosto muito mais dela do que de mim.
Tudo para chegar a uma cena, o cão com quem partilho o meu espaço vem todos os dias à porta e olha sempre como se fosse a primeira vez. Ao principio não reparei, à segunda não liguei, à terceira achei estranho e agora penso: se calhar sou eu.
vem de infância, acho que muita coisa vem de lá. e fico-me por aí, mas em criança brincava com formigas (criava hospitais etc) e um cão. Gatos também. Sempre tive um fraquinho por gatos, entendia-os melhor ou pelo menos tenho essa antiga percepção. O gato amarelo, a fofinha, o durty...
o gato amarelo foi o primeiro gato que me comoveu. Uma tarde, fixou o olhar e eu permaneci quieta, a fazer umas cenas ( não me lembro quais, sinceramente mas eram cenas felizes ). Em certo momento, olhei também para ele e permaneceu, quieto a olhar. Fiquei com medo. Fui a correr para a minha avó a gritar "o gato amarelo está a olhar muito". Bom, no dia a seguir foram dar com ele morto, no pátio do vizinho. Sempre vou curtir o gato amarelo e a sua forma de estar.
Bom, a fofinha foi diferente. Tenho remorsos. Foi uma gata-cão. Saía à noite e a minha mãe ia ao postigo chamar por ela. Aparecia em minutos. Às cinco da manhã. Atirava-se do guarda-vestidos para cima da minha barriga, na cama e eu acordava como LOUCA. Fugia com o rabo todo esticado.
Como uma seta. Era uma guerreira na sua forma e feitio. Aliás, é ela a cabeça deste blog (a fotografia no topo). Estava na Noruega quando morreu (tinha dezasseis anos e morreu com uma pneumonia). A minha mãe telefonou a chorar e eu não chorei uma lágrima. Lembro-me de ter pensado, é apenas um animal. Ainda hoje, tenho pena de não ter estado com ela lá para o fim. Mesmo. Tento puxar pela tola por memórias. Mas nenhuma do fim. A minha mãe contou que possivelmente foi o durty que lhe passou a constipação (tinha uns espirros estranhos o durty) e nunca desistiu de andar. Toda torcida mexia-se e ia sempre comer mesmo a tremer por todos os lados. Bom, tornou-se uma imagem na minha cabeça (algo cómica) mais ela e a sua mania de lutar sempre. Morreu assim, penso eu, a tentar chegar à comida. Sempre um lufa.lufa. E quase um esqueleto. É a minha maior imagem de força animalesca. Fofinha power. O durty, bom é o durty. O que dizer? não bate bem. Mas agora tem a bia e o sultão e continua a ser o que a minha mãe não gosta. Diz sempre, é teu não meu. Mas o durty adora-a. True. Gosto muito mais dela do que de mim.
Tudo para chegar a uma cena, o cão com quem partilho o meu espaço vem todos os dias à porta e olha sempre como se fosse a primeira vez. Ao principio não reparei, à segunda não liguei, à terceira achei estranho e agora penso: se calhar sou eu.
Thursday, 16 November 2017
In the field, you see the horrific side, but you also see how people protect each other and fight to survive, and how people would do anything for their kids. It’s when you do the advocacy with governments and people say “OK, maybe we will do something, maybe we won’t.” That’s when you think ‘maybe I’m going crazy.’
# tento não mostrar estas notícias porque são demasiado demasiado horrendas e não sei não sei mesmo.
# tento não mostrar estas notícias porque são demasiado demasiado horrendas e não sei não sei mesmo.
## mas algo nisso, como disse uma vez outra pessoa: trincar uma afta dá-nos uma sensação de dor mas chega-se ao ponto que se aprende a viver com ela e faz parte de nós (?) da nossa identidade?
###cheira um pouco ao cão que lambe as próprias feridas
####
Monday, 13 November 2017
Sunday, 12 November 2017
#perdi-me nas horas e cheguei atrasada ao workshop. Colei numa curta que passava no edifício do castelo. Mesmo. Sobre a insanidade virtual (´gora lembrei-me da música de jamiroquai) eheh.
## Na soleira da porta, dormia um sem abrigo... e tudo me parece tão trivial depois. Como se desenhar fosse apenas um sonho, e a realidade é mesmo dormir ali, assim ao relento.
## Na soleira da porta, dormia um sem abrigo... e tudo me parece tão trivial depois. Como se desenhar fosse apenas um sonho, e a realidade é mesmo dormir ali, assim ao relento.
Saturday, 11 November 2017
Thursday, 9 November 2017
Wednesday, 8 November 2017
# uma amiga (cujas frases prezo eheh) disse-me q simpatizou comigo à primeira porque tinha cara de enjoada. Não tenho noção da cara que tenho. Isto é verdade. Se tou feliz a ouvir música acho-me lindíssima por dentro, olho-me ao espelho e cai-me tudo :P. Mas cada vez mais vejo-me com cara de enjoada. Será de desenhar mikises a vomitar? Em pequena tomei um medicamento para os vómitos. Agora estou bastante melhor. Mas há uns anitos bebia uns copos e kaput. Não sei sorrir, sequer. Ou fico tona ou assim tensa como uma condessa. Bom, prefiro a frase de sempre da amiga ("tens cara de enjoada")
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