crise em myanmar
Em pequena, sempre que aconteciam catástrofes, crises, situações de guerra e fome não conseguia ver. Normalmente, o telejornal passava à hora do jantar e levanta-me com o prato na mão. Não conseguia comer. Sofria à brava e pensava que se eles não comem porque raio hei-de eu de comer? ficava brava.
Em declínio mental, como é óbvio. Já que sentia os outros como culpados também, pois pareciam desligados e não querer saber. E, ainda hoje, ainda hoje tenho disso. Lá por dentro. É horrível. Porque não sinto amor. Nem nada.
Em pequena, sempre que aconteciam catástrofes, crises, situações de guerra e fome não conseguia ver. Normalmente, o telejornal passava à hora do jantar e levanta-me com o prato na mão. Não conseguia comer. Sofria à brava e pensava que se eles não comem porque raio hei-de eu de comer? ficava brava.
Em declínio mental, como é óbvio. Já que sentia os outros como culpados também, pois pareciam desligados e não querer saber. E, ainda hoje, ainda hoje tenho disso. Lá por dentro. É horrível. Porque não sinto amor. Nem nada.
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